O que fazer em Conservatória, RJ – a Capital da Seresta

Situada no Vale da Serra do Rio Bonito, Conservatória, que pertence ao Município de Valença, e tem aproximadamente 240 km² e faz divisa com o estado de Minas Gerais.

Conservatória, a Capital da Seresta, têm muita coisa a apresentar, além da boa música.

Logo na entrada da cidade temos a Parada do Chocolate, pra quem gosta é uma parada deliciosa.

Adiante temos o Túnel que Chora. Um túnel repleto de contos e história que também é um ponto turístico disputadíssimo. Passando pelo túnel, estamos literalmente no Centro histórico de Conservatória. Passaremos pelo Instituto Waldir Azevedo, um ícone do Chorinho. Chegando na Locomotiva, estamos diante dos casarios e da imponente Estação Ferroviária.

O centro histórico de Conservatória tem uma disposição viária que forma a letra Y. Na base da letra ficam a Estação Ferroviária e a Locomotiva. Seguindo pelo lado direito da rua, passamos pelos casarios. Atualmente eles estão distribuídos em Comercial, Gastronômico e Cultural, como por exemplo, o Teatro Sonora.

Ao final do percurso, chegaremos a praça Getúlio Vargas, onde encontraremos aos arredores o Museu Vicente Celestino e a Casa da Cultura.

Seguindo pelo lado esquerdo da letra Y, vemos muitos casarios distribuídos entre residências e pousadas.

Com permanente gotejamento, em função das fontes ao seu redor, o Túnel que Chora conserva seu calçamento em pé de moleque (tipo de calçamento na época dos escravizados), com 95 metros de extensão, tendo 3,5 metros de altura, com 5 metros de largura. Ainda em rocha bruta, o Túnel que Chora é uma das atrações de Conservatória. Construído na época do Ouro Verde, sendo inaugurado com a presença da Família Real em 1883. Maria Komaid Nossar teria sido a última proprietária antes do Túnel que leva seu nome, se tornar patrimônio cultural da cidade. Hoje são permitidas apenas passagens de automóveis e pedestres.

Waldir Azevedo, o maior cavaquinista do mundo. Autor de ícones da música brasileira, como Brasileirinho, Delicado, Pedacinho do Céu, dentre outros, tem em Conservatória um Instituto que leva o seu nome e reúne o seu próprio acervo. Contando um pouco da sua história e da própria música no cenário mundial.

Escolhido por seu potencial, pela própria Esposa de Waldir Azevedo, Ronaldo do Cavaquinho é hoje o curador do Instituto e, também o responsável em manter audível, clássicos criados por Waldir Azevedo. Ronaldo do Cavaquinho, gentilmente nos recebeu no Instituto Waldir Azevedo e nos concedeu uma entrevista.

Construída em 1910 nos Estados Unidos, a Locomotiva veio para trabalhar, puxando vagões de passageiros e de carga. Hoje é, sem sombra de dúvidas, a atração turística mais visitada e fotografada de Conservatória.

Em meio aos casarios temos o Marco do Tempo, um local destinado a te levar a uma viagem no tempo através da produção e trajes de época. Uma bela foto para você levar de recordação!

Por ficar em frente Igreja da Matriz, também ficou conhecida como a “Praça da Matriz”. A Praça é literalmente, o palco público oficial da cidade. A praça tem um espaço harmonioso muito bem distribuído.

Com brinquedos para crianças e academia ATI (academia da Terceira Idade), palco para apresentações, espaço coberto para o público, diversificados Food Trucks, muitos banheiros químicos, todos limpos e bem tratados.

Todo sábado de 11h às 13h, o “Chorinho na Praça” reúne os melhores músicos que propiciam ao público presente, duas horas de boa música. Deixando o público com um gostinho de “quero mais”.

Situada em frente à Praça Getúlio Vargas, palco público oficial da cidade, a igreja inaugurada em 1869, levou 18 anos para ser construída e, até os dias de hoje, não foi terminada. No mesmo espaço encontra-se a antiga Capela do Senhor dos Passos e N. Sra. das Dores.